Rogério Massing

Rogério Massing

31 de outubro de 2013

Massing defende preservação de recursos hídricos


Na Audiência Pública do Plano de Arborização, ocorrida na terça-feira (29), no plenário Edílio Ferreira, ouviu-se a população sobre o Projeto de Lei nº 198 que institui o ‘Plano Municipal de Arborização Urbana de Toledo (PMAUT)’. O encontro contou com a participação de lideranças municipais do Meio Ambiente, autoridades, e a população em geral.

O vereador Rogério Massing (PSDB) é um dos membros da comissão especial instituída para analisar o mérito do Projeto e emitir parecer, a qual fazem parte ainda os vereadores, Adriano Remonti (presidente), Tita Furlan, Lucio de Marchi e a vereadora Sueli Guerra (relatora).
        
Durante a Audiência o Presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Robert Hickson, apresentou as questões relacionadas aos recursos hídricos e áreas úmidas que existem na cidade. Ele apontou que essas áreas estão sendo prejudicadas devido às construções nas proximidades, pois a partir do momento que as áreas são aterradas e construções são erguidas o lençol freático fica comprometido, pois ao invés da água penetrar na terra, acaba virando enxurrada e indo para o rio.

Preocupado com isso também o Vereador Rogério Massing apresentou em setembro deste ano, a Indicação Legislativa nº516/2013, que está relacionada diretamente a preservação dos recursos hídricos. “Apresentei essa indicação pensando essencialmente na preservação dos recursos hídricos e, assim Toledo fazer uma política pública eficaz nesse sentido, através do plano municipal de recursos. Quando discutimos essas questões é que propomos um trabalho preventivo e cauteloso na cidade, a fim do desenvolvimento sustentável”, enfatizou.

A Proposição do Vereador Rogério Massing, solicita ao Executivo toledano a Elaboração de projeto de Lei, quanto à política pública dos recursos hídricos no município. Da mesma forma que a proposição vem ao encontro do que a população deseja quanto à expansão urbana, preservação das nascentes, córregos, sangas, rios e a constante presença da ação humana nas margens, principalmente nas realizações de construções; sem nunca preservar as áreas úmidas  e a potabilidade natural da nossa água. ”Pensar em expandir, construir, é importante; mas é necessário também preservar à água para o hoje  e o futuro”, finaliza.