Rogério Massing

Rogério Massing

5 de março de 2015

“A luta dos caminhoneiros ainda continua”, afirma Massing


A greve dos caminhoneiros causou transtornos não só no Paraná mais também no Brasil inteiro. A paralisação da categoria implicou em uma série constrangimentos em diversos setores da economia e Toledo é exemplo disso, foram filas em postos de gasolina, falta de gás entre outros, além da realização de protestos. O Vereador Rogério Massing (PSDB) acompanhou de perto a greve no município, bem como a luta dos representantes da categoria junto os poderes legislativo e executivo para resolução do impasse.

Trechos foram trancados nas rodovias estaduais e federais onde os caminhoneiros reivindicavam contra o aumento de impostos, como por exemplo, o IPVA, o preço do óleo diesel, o pedágio, melhores condições de trabalho e a valorização da categoria. Após reuniões realizadas, a greve em Toledo deu uma trégua desde segunda-feira (02), porém ainda não está tudo normalizado, pois uma nova reunião está marcada com a categoria e o governo do federal, para dia 10 de março, a fim de discutir o preço do óleo diesel e valores do frete.

Em uso a tribuna durante a sessão ordinária que aconteceu na segunda-feira (03) na Câmara de Toledo Massing falou sobre os esforços dos caminhoneiros. “Foi um final de semana muito difícil, de lutas do setor do transporte. O legislativo nos últimos dias vem sendo ocupado por pessoas que querem lutar por seus direitos, a exemplo dos professores e agora dos caminhoneiros. Sou caminhoneiro e ressalto o apoio das pessoas que levaram água e comida à aqueles que estavam parados no protesto em busca de um país melhor e de melhores condições”. Massing também falou sobre os aumentos das cargas o que vem levando a falência do transporte. “Hoje muitos estão parando seus caminhões devido aos custos e, ressalto que para ocorrer melhoria nesse setor a classe precisa receber por Km rodado e não por carga”, enfatizou;

Um dos fatores conquistados pelos caminhoneiros diante da paralisação foi à sanção da Lei dos Caminhoneiros Nº 12.619/2012 pela presidente que traz benefícios para a categoria, como determina o pedágio gratuito por eixo suspenso para caminhões que não estiverem carregados. Será também assegurado ao motorista profissional intervalo mínimo de uma hora para refeição, além de intervalo de repouso diário de 11 (onze) horas a cada 24 (vinte e quatro) horas e descanso semanal de 35 (trinta e cinco) horas.


“A paralisação deu uma trégua, mas as negociações ainda continuam com o governo federal e a categoria, em busca de uma solução final para isso. A nível municipal farei uma nova discussão para implantação de paradouro e unidade do SEST/SENAT, e como gestor político continuarei na luta para que essa classe seja beneficiada e não cada vez mais prejudicada”, finalizou Massing quanto a necessidade de se rediscutir ações de gestão para beneficiar a classe que transporta e economia do país.