O vereador Rogério Massing (PSDB)
atendendo ao convite do deputado estadual, José Carlos Schiavinato, para
participação da audiência pública sobre a mortandade de animais nas
propriedades rurais, estará presente representando o legislativo toledano nessa
audiência. O ato ocorre no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná
(ALEP), na segunda-feira, 10 de agosto.
O encontro visa buscar uma resolução
ao assunto, a fim de se criar uma legislação eficaz dentro de padrões
internacionais que regulamente o destino das carcaças dos animais mortos nas
propriedades rurais e até mesmo aqueles que são abatidos, seja através de
métodos da compostagem, reciclagem, ou outras alternativas ambientalmente
responsáveis e economicamente viáveis. Rogério Massing conduzirá uma comitiva
toledana representando o legislativo, designado pela Portaria nº 128/2015.
No entendimento de Massing esse
assunto precisa sim ser discutido, pois é uma problemática presente na maioria
das propriedades rurais. “Parabenizo o deputado Schiavinato pela iniciativa,
pois isso realmente representa certo risco para a saúde pessoal e até mesmo
animal. É preciso sem dúvidas achar uma destinação correta e que atenda uma
legislação. Muitas vezes os produtores se deparam
com essa situação e não sabem nem o que fazer e nem a quem recorrer, acabando
assim por tomar procedimentos errados”, enfatizou.
O Oeste do Paraná encontra esse
problema, por ser um grande produtor animal, dos mais diversos segmentos, seja
pela suinocultura ou na avicultura. “Da mesma forma que é de responsabilidade dos agricultores darem a destinação correta as embalagens de
agrotóxicos, os animais mortos entram nessa mesma situação. Deve haver parceria
do governo com o produtor, e aqueles que estão fazendo isso de maneira errada
que seja regulamento, a fim de se trazer benefícios, para os próprios
agricultores, o meio ambiente e a saúde das pessoas”, complementou o vereador
Rogério sobre a necessidade de regulamentar a mortandade de animais em propriedades.
“Já fazemos a defesa do assunto
inclusive dentro da Câmara quando apresentamos emenda a proposta do
Plano Plurianual 2014/2017, mas foi rejeitada por não termos uma legislação
específica sobre a temática, da mesma forma quando utilizamos a tribuna fazemos
as considerações que nos são passadas pelo setor envolvido, desde o produtor
até o consumidor; creio que com a audiência teremos mais uma oportunidade de
visualizar um protocolo formal, pois quase toda nossa economia oriunda do setor
agropecuário", finaliza Massing sobre o assunto.
