Rogério Massing

Rogério Massing

28 de outubro de 2013

Parecer de Vereadores é contra Transporte Gratuito

Um Projeto de Lei apresentado pelo Vereador Rogério Massing (PSDB) recebeu PARECER CONTRÁRIO de Comissão Especial. A proposta visa ampliar os Benefícios Eventuais de Auxílio Funeral regido na Lei 8.742/93, que prevê além do Auxilio Natalidade e também Benefícios Materiais. No Benefício Funeral foi constituído pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), no País e dispõe de auxílio quanto à gratuidade dos serviços funerários, taxas de cemitério, urna e translado de corpo.  E com o Projeto de Lei nº148/13 de autoria do Vereador Massing, incluiria também a disponibilidade por parte do Município do transporte coletivo de pessoas no dia de sepultamento.


De acordo com o Vereador Rogério ocorre uma inquietação com as comunidades do interior. “Nossa preocupação é com o interior, por que sabemos que há um entendimento entre a Prefeitura e a Transtol para que isso aconteça no perímetro urbano, mas e no interior? Então apresentamos esse projeto para contemplarmos aqueles que moram na cidade e serão sepultados nos cemitérios do município, no interior, ou vice-versa, seja também contemplado esse benefício precisa ser garantido por lei, independente de religião ou de localidade onde a pessoa reside. Se for preciso que o Município faça uma licitação específica para essa ação pública, será um recurso aplicado no cidadão que mais precisa de apoio do poder municipal”, salientou.

O PARECER CONTRÁRIO será apreciado em plenário na noite desta segunda-feira (28) e os vereadores podem votar favoráveis ou contrários, caso mantenham o parecer o projeto será arquivado.

Para o Vereador o projeto por ele criado, trata da lei dos benefícios eventuais. “O argumento é que já houve um projeto parecido, mas o nosso trata da lei dos benefícios eventuais, e o anterior falava de concessão de serviço público de transporte coletivo, o entendimento é outro. Nós estamos pela lei, garantido o transporte coletivo de forma gratuita para as pessoas carentes em dia de sepultamento, tanto no interior quanto na cidade. É um benefício a quem precisa, se os vereadores entenderem de maneira diferente, eles que expliquem a população por que votaram contrário a proposição”, pontuou.

Massing ainda comenta que se precisa atender a quem necessita. “Penso que todo benefício por mais oneroso que seja, mas visa atender quem precisa e esse não é o caso, por que temos orçamento na Assistência Social e no Fundo Municipal de Assistência Social, e assim podemos fazê-lo. Nosso entendimento está em acordo com o que rege a legislação de assistência social quando diz que o recurso deve constar nas peças orçamentárias e que dentre outros serviços inerentes que garantam a dignidade e o respeito à família beneficiária. Podendo ser ofertados através de pecúnia ou na prestação de serviço. Isso é o que propomos no nosso projeto” finalizou.