Está em vigor em todo o
Brasil a Lei dos Caminhoneiros (Lei nº 13.103/2015) que ainda carece de
melhoria em vários pontos, entre eles a que se destacarem os paradouros e a
tabela mínima do frete. Diante do impasse de algumas reivindicações,
caminhoneiros participaram de reunião/movimento em Brasília para discutir com o
governo os itens ainda não atendidos. O Vereador Rogério Massing (PSDB), a
convite do Sindicato dos Trabalhadores Autônomos de Carga (SINDITAC) e de
outras entidades de representação da categoria, representou o legislativo
toledano, em reunião com membros do governo federal e da Agência Nacional de
Transportes Terrestres (ANTT).
“Não houve acordo e a
decisão unânime é para ocorrer em todo Brasil manifestação dos caminhoneiros. A
força econômica deste país trafega sobre rodas de caminhão, em rodovias com
alto pedágio, com assaltos, com estradas esburacadas e com valor do frete que
beira a escravidão do irmão caminhoneiro; precisamos mudar isso, mesmo que seja
com greve, mesmo que seja com caminhão parado”, revela Rogério Massing.
Durante a paralisação de
fevereiro, o Vereador Rogério acompanhou de perto as movimentações na região; e
em seus trabalhos na Câmara de Toledo já apresentou várias proposições
legislativas voltadas a melhorias para classe, como a construção de Unidade em
Toledo do SEST/SENAT entidades que valorizam o trabalhador do setor do
transporte, assim como implantação de paradouros nas rodovias, que são locais
de paradas para os motoristas descansarem.
“Sou legislador conhecedor
dessa causa, porque também sou caminhoneiro e empreendedor do setor do
transporte rodoviário. Sei das dificuldades encontradas nesse meio, seja no
valor do pedágio, do preço pago pelas cargas e de tantas outras encontradas no
dia a dia”, enfatizou.
