Rogério Massing

Rogério Massing

24 de abril de 2015

Vereador Rogério participa de reunião dos caminhoneiros em Brasília


Está em vigor em todo o Brasil a Lei dos Caminhoneiros (Lei nº 13.103/2015) que ainda carece de melhoria em vários pontos, entre eles a que se destacarem os paradouros e a tabela mínima do frete. Diante do impasse de algumas reivindicações, caminhoneiros participaram de reunião/movimento em Brasília para discutir com o governo os itens ainda não atendidos. O Vereador Rogério Massing (PSDB), a convite do Sindicato dos Trabalhadores Autônomos de Carga (SINDITAC) e de outras entidades de representação da categoria, representou o legislativo toledano, em reunião com membros do governo federal e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).


“Não houve acordo e a decisão unânime é para ocorrer em todo Brasil manifestação dos caminhoneiros. A força econômica deste país trafega sobre rodas de caminhão, em rodovias com alto pedágio, com assaltos, com estradas esburacadas e com valor do frete que beira a escravidão do irmão caminhoneiro; precisamos mudar isso, mesmo que seja com greve, mesmo que seja com caminhão parado”, revela Rogério Massing.

Durante a paralisação de fevereiro, o Vereador Rogério acompanhou de perto as movimentações na região; e em seus trabalhos na Câmara de Toledo já apresentou várias proposições legislativas voltadas a melhorias para classe, como a construção de Unidade em Toledo do SEST/SENAT entidades que valorizam o trabalhador do setor do transporte, assim como implantação de paradouros nas rodovias, que são locais de paradas para os motoristas descansarem.

“Sou legislador conhecedor dessa causa, porque também sou caminhoneiro e empreendedor do setor do transporte rodoviário. Sei das dificuldades encontradas nesse meio, seja no valor do pedágio, do preço pago pelas cargas e de tantas outras encontradas no dia a dia”, enfatizou.

Massing ainda lembra que faz questão de participar das negociações da categoria. “Nossa presença em Brasília se baseia no objetivo principal de deixar claro a necessidade de estabelecer um preço mínimo na tabela de frete. Muitos caminhoneiros precisam dessa tabela fixa para poder cobrar pelo que transportam, e nossa luta enquanto representação do Oeste, especialmente de Toledo, está na afirmação de que não podemos parar de lutar enquanto os caminhoneiros não tenham seus direitos reconhecidos”, finalizou