Rogério Massing

Rogério Massing

24 de março de 2015

“As Reformas devem começar pela política” frisa Rogério Massing

 No dia 15 de março a população brasileira foi a ruas exigir mudanças nos rumos da situação econômica, social e política no País. Foram milhões de brasileiros que clamam por reforma política e punição aos corruptos que sangram os cofres públicos e até os desinformados pedindo intervenção militar. Coincidentemente a mobilização do domingo (15) ocorreu na mesma data em que Tancredo Neves deveria assumir a Presidência após duas décadas de ditadura.


As recentes decisões do Governo Federal no ajuste da política macroeconômica têm gerado aumento da carga tributária e a possibilidade de ajustamento na legislação trabalhista, provocando uma discussão nas classes de trabalhadores e empregadores; a tudo isso ainda soma-se paralisação dos caminhoneiros.

Para o Vereador Rogerio Massing (PSDB) existe uma necessidade de conversação diante da reforma política. “Precisamos urgente discutir a reforma política, e a ela se somar as demais reformas, para evitar o corporativismo de classes e de interesses, e assim rediscutir um modelo adequado de representação social no debate das questões cruciais ao País, caso contrário o sistema corruptível prevalecerá”, enfatizou.

“A democracia se faz por meio da representação, mas também diretamente, e o povo quando quer se une e força as mudanças, assim como já foi nas Diretas Já, no Impeachment de 92, na Lei da Compra de Voto e na da Ficha Limpa, e assim será com o Projeto de Lei de Iniciativa Popular encabeçado pela OAB e CNBB, do qual podemos extrair boa parte do pleito do eleitor em relação à política representativa do País” revela Rogério diante da mobilização dos cidadãos vistas nas ruas.

Está em tramitação na Câmara de Toledo, o Projeto de Lei Nº 9/2015, conhecido como Lei das Metas, que estabelece que todo chefe do executivo eleito ou reeleito deve apresentar no início de cada mandato, um Plano de Gestão para vários itens obrigatórios e será responsabilizado se vier a descumpri-lo. “Com esse projeto de Lei de minha autoria proponho que o gestor público precisará conhecer as demandas da sociedade e a situação orçamentária do Município, e não bastará elaborar um belíssimo Plano de Governo para ganhar uma eleição, ele deverá ter consciência que precisa cumpri-lo”, revela Massing.  

“Não podemos compactuar com essa corrupção sistêmica em se instalou no Brasil; precisamos rediscutir o papel do político nesse contexto de redescoberta da verdadeira democracia representativa; aquela mesma que me motivou a ingressar na política, tendo como base os ensinamentos que recebi, de que precisamos independente de profissão ou posição, preservar seu caráter, a honestidade e humildade; só assim, seremos verdadeiramente a voz do povo nos parlamentos” apontou o legislador.